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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Saiba como cuidar da pele na hora de pegar sol

Sol - Cuidados que devem ser tomados com a pele
 

Muitas pessoas aguardam ansiosamente pelo verão, momento de ir à praia e tirar a tão indesejada "cor de escritório". É importante, porém, estar alerta sobre os perigos que a exposição solar excessiva e desprotegida pode causar à saúde. A primeira grande informação é que proteger a pele do sol deve acontecer durante o ano todo - e não apenas no verão, devemos passar filtro solar diariamente, seja na cidade ou na praia. Também é importante estar ciente sobre os horários em que os raios solares são mais agressivos (e evitá-los). Entre 10h e 16h recomenda-se evitar a exposição ao sol.

Neste espaço separamos conteúdo especial sobre os cuidados que devem ser tomados com a pele. Muitos casos de câncer de pele associam-se à exposição excessiva e desprotegida ao sol. Informe-se e, o mais importante, cuide-se!

Quando devo começar a usar filtro solar no meu bebê para protegê-lo do sol?
É comum ouvirmos que o uso de filtro solar em bebês com menos de seis meses não é recomendado. Porém, um estudo da American Academy of Pediatrics (Academia Americana de Pediatria) reverteu tal afirmação. A instituição definiu que não há problemas em utilizar filtro solar em bebês, inclusive se o uso é realizado apenas em pequenas áreas do corpo (que geralmente não são protegidas por roupas), como as mãos e rosto.

De qualquer forma, é recomendado que os pais evitem a exposição direta do bebê ao sol, pois sua pele é fina e extremamente sensível à radiação solar. A exposição excessiva pode gerarqueimaduras, sardas, manchas e aumentar o risco de desenvolvimento de câncer de pele na vida adulta. Desta forma, mesmo que seja aconselhado o uso de filtro solar em bebês com menos de seis meses, é importante que os pais não os deixem sob o sol, mas sempre tentem protegê-los ao máximo, evitando, por exemplo, horários em que os raios solares tendem a ser mais fortes (geralmente entre 10h e 16h).

Confira outras dicas para manter seu bebê protegido do sol
Use um protetor solar que seja a prova d’água com fator mínimo de 30 e que ofereça proteção contra os raios ultravioleta (UV). Certifique-se destas características antes de comprar o produto. Os protetores escolhidos para passar nos bebês devem ser antialérgicos, inodoros e sem substâncias químicas. A quantidade de protetor aplicado na pele do bebê é muito importante. Aplique o protetor em todo o corpo da criança e em seguida repita a aplicação. Assim, você consegue duplicar a quantidade e oferecer uma proteção segura.

·         Lembre-se de reaplicar o filtro solar a cada 2 horas ou, caso seja necessário, com maior frequência, em situações em que seu bebê tenha entrado na água ou esteja transpirando muito.  Lembre-se de passar o filtro solar pelo menos 30 minutos antes da exposição solar. Use o protetor solar mesmo se o dia estiver nublado. As roupas não são suficientes para absorver todos os raios UV que podem prejudicar a pele de seu bebê.

·         Evite exposição em horários em que os raios solares estão mais fortes, o que acontece geralmente entre 10h e 16h. Além do protetor, use também acessórios que protejam, como chapéus, bonés e mangas longas. E procure ficar em regiões de sombra (use guarda-chuva, ou busque a sombra das árvores). Incentive seus filhos mais velhos a usarem óculos escuros que possuam proteção contra raios ultravioleta.

Tenho risco de desenvolver um melanoma?
Você pode ter um risco aumentado de desenvolver câncer de pele melanoma se tiver pelo menos cinco dos critérios abaixo:


·         Pele, Cabelos e Olhos Claros - A pele clara , cabelo loiro ou ruivo e os olhos azuis fornecem menos proteção contra os raios ultravioleta (UV), no entanto, ter a pele, cabelos e olhos escuros não eliminam o risco.

·         Câmara de Bronzeamento - Antes dos 30 anos, esta prática aumenta em 75% o risco de câncer de pele melanoma.

·         Radiação Ultravioleta - Seja de fontes naturais ou artificiais, limitar à exposição aos raios UV diminui o risco de ter câncer de pele melanoma.

·         Histórico Familiar - Se um ou mais familiares foram diagnosticados com câncer de pele melanoma, isto aumenta o risco para a doença.

·         Queimaduras Solares - Apenas uma queimadura com bolhas em uma idade jovem dobra suas chances de ter câncer de pele melanoma.

·         Pintas - Indivíduos com uma grande quantidade de pintas espalhadas pelo corpo possuem um risco aumentado de câncer de pele melanoma.

·         Diagnóstico Prévio de Melanoma - Um diagnóstico prévio de câncer de pele melanoma aumenta o risco de uma recorrência.

·         Sistema Imunológico - Certos tipos de câncer e doenças que debilitam o sistema imunológico podem aumentar o risco de câncer de pele melanoma.

·         Câncer Prévio - Se você foi diagnosticado com carcinoma basal ou carcinoma de células escamosas no passado, você possui maior risco.

·         Idade - O melanoma é mais comum em homens com mais de 50 anos de idade (mais comum do que câncer de próstata, pulmão e colorretal). O câncer de pele melanoma é o segundo câncer mais comum em adolescentes e é o tipo mais comum de câncer em adultos jovens.
Converse com seus familiares e com seu médico sobre os seus fatores de risco e os passos que podem ser tomados para evitar a doença.

Atenção: O câncer de pele melanoma é a principal causa de morte por câncer em mulheres de 25 a 30 anos e a segunda causa de morte por câncer em mulheres de 30 a 35 anos.


5 Erros comuns na hora de passar o filtro solar
Aplicar o protetor solar corretamente é fundamental para a prevenção do câncer de pele
Todos nós sabemos que o uso regular de filtro solar é uma das melhores formas de prevenir o câncer de pele. Porém, muitas pessoas ainda cometem erros na hora de aplicar o protetor e se enganam ao acharem que estão protegidas dos raios solares. Passar o filtro corretamente e seguir as instruções da embalagem (e do dermatologista) são fatores-chave para estar, de fato, protegido do sol. Confira abaixo os erros mais comuns que as pessoas cometem na hora de aplicar o filtro solar:

1. Passar o protetor solar APÓS sair de casa
O protetor solar deve ser aplicado de 15 a 30 minutos antes da exposição solar, para que possa ser absorvido pela pele. Geralmente, os rótulos informativos das embalagens sugerem que seja utilizado no mínimo 30 minutos antes do contato com o sol.

2. Aplicação de quantidade escassa
Especialistas recomendam que adultos devem usar cerca de 30 g de protetor solar para uma proteção adequada. Lembre-se que todas as partes que ficarão expostas ao sol devem ser protegidas. Muitas pessoas se esquecem de passar protetor na face, orelhas, pescoço e pés.

3. Não reaplicar após nadar ou suar
Se o protetor solar não for resistente à água ele sairá quando você entrar no mar, piscina ou quando transpirar em excesso e, assim, é necessário se secar e aplicar novamente. Mesmo aqueles protetores que são a prova d’agua oferecem uma proteção falha após sofrerem contato com a água.

4. Aplicar apenas uma vez ao dia
Muitas pessoas acreditam que uma única aplicação é suficiente para deixar a pele protegida durante todo o dia. Isso não é verdade. Geralmente, é preciso que haja uma reaplicação a cada 2 horas ou após se exercitar e/ou entrar na água.

5. Usar filtro solar só em dias de sol
O filtro solar deve ser utilizado tanto em dias ensolarados quanto nublados, uma vez que os raios ultravioleta (UV) podem afetar as pessoas também quando o tempo está nublado. É importante lembrar que todas as pessoas têm risco de desenvolver câncer de pele devido à exposição aos raios UV. Assim, é fundamental usar o protetor solar independente da estação do ano ou da cor da sua pele.

Fonte: Onconguia

 

 

 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CÂNCER - Conheça mais sobre o assunto


O que é o Câncer
 
Foto: Lucas Moura
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.

Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.

Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.

Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases)

O que causa o câncer?
As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas. As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais.

De todos os casos, 80% a 90% dos cânceres estão associados a fatores ambientais. Alguns deles são bem conhecidos: o cigarro pode causar câncer de pulmão, a exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele, e alguns vírus podem causar leucemia. Outros estão em estudo, como alguns componentes dos alimentos que ingerimos, e muitos são ainda completamente desconhecidos.


O envelhecimento traz mudanças nas células que aumentam a sua suscetibilidade à transformação maligna. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica em parte o porquê de o câncer ser mais freqüente nesses indivíduos.Os fatores de risco ambientais de câncer são denominados cancerígenos ou carcinógenos. Esses fatores atuam alterando a estrutura genética (DNA) das células.

O surgimento do câncer depende da intensidade e duração da exposição das células aos agentes causadores de câncer. Por exemplo, o risco de uma pessoa desenvolver câncer de pulmão é diretamente proporcional ao número de cigarros fumados por dia e ao número de anos que ela vem fumando.

Fatores de risco de natureza ambiental
Os fatores de risco de câncer podem ser encontrados no meio ambiente ou podem ser herdados. A maioria dos casos de câncer (80%) está relacionada ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco. Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente ocupacional (indústrias químicas e afins) o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos) o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida).

As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os 'hábitos' e o 'estilo de vida' adotados pelas pessoas, podem determinar diferentes tipos de câncer.

Hereditariedade
São raros os casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante papel na oncogênese. Um exemplo são os indivíduos portadores de retinoblastoma que, em 10% dos casos, apresentam história familiar deste tumor.

Alguns tipos de câncer de mama, estômago e intestino parecem ter um forte componente familiar, embora não se possa afastar a hipótese de exposição dos membros da família a uma causa comum. Determinados grupos étnicos parecem estar protegidos de certos tipos de câncer: a leucemia linfocítica é rara em orientais, e o sarcoma de Ewing é muito raro em negros.

Como surge o câncer?
As células que constituem os animais são formadas por três partes: a membrana celular, que é a
parte mais externa; o citoplasma (o corpo da célula); e o núcleo, que contêm os cromossomas, que, por sua vez, são compostos de genes. Os genes são arquivos que guardam e fornecem instruções para a organização das estruturas, formas e atividades das células no organismo. Toda a informação genética encontra-se inscrita nos genes, numa "memória química" - o ácido desoxirribonucleico (DNA). É através do DNA que os cromossomas passam as informações para o funcionamento da célula.

Uma célula normal pode sofrer alterações no DNA dos genes. É o que chamamos mutação genética. As células cujo material genético foi alterado passam a receber instruções erradas para as suas atividades. As alterações podem ocorrer em genes especiais, denominados protooncogenes, que a princípio são inativos em células normais. Quando ativados, os protooncogenes transformam-se em oncogenes, responsáveis pela malignização (cancerização) das células normais. Essas células diferentes são denominadas cancerosas.
 
Fonte: INCA

 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

SEMANA SIPAT - Visita os setores do CRIO e leva informações de prevenção

Semana SIPAT realiza visita nos setores do CRIO e leva informações a cerca de prevenção de acidentes no trabalho. Em um tempo curto, mas com informações simples os colaboradores podem tomar novas atividades para prevenir acidentes no ambiente de trabalho.