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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Trinta Dicas Para Manter Sua Saúde



Não se sobrecarregue
Faça aquilo que você sabe que vai conseguir fazer; evite se sobrecarregar. Descanse e relaxe sempre que tiver uma chance.

Rir, o melhor remédio
Mantenha-se sempre positivo, com bom senso de humor; nada como uma boa risada para se relaxar.

Mantenha-se ativo
Arranje sempre uma atividade para fazer; andar, praticar algum esporte, ter algum hobby, sempre ajuda a manter a mente saudável.

Seja seu próprio dono
Controle sua vida como você deseja; seja independente. Não deixe que os outros ditem o que você deve fazer ou pensar.

Ajude aos outros
Procure se voluntariar para alguma atividade; ajudar aos outros traz felicidade e bem-estar.

Pare de fumar
Fumar só traz prejuízo à sua saúde, à dos que estão ao seu redor e ao bolso.

Não coma demais
Comer demais acaba provocando mal-estar; evite comer de 2 a 3 horas antes de ir para cama, a comida aumenta a quantidade de ácido em seu estômago e você não vai dormir bem.

Reduza o álcool, chocolate e alimentos gordurosos
Esses alimentos provocam aumento de ácido no estômago, causando má digestão.

Pense antes de beber
Coma algum alimento antes de beber, para evitar que a bebida seja absorvida muito rapidamente. Saiba quando parar também!

Não coma muito rápido
Coma aos poucos, sem pressa, mastigando bem os alimentos.

Não encha o prato até a boca
Pegue um pouco de cada comida e vá saboreando aos poucos.

Não tome muito sol
Sol em excesso estraga sua pele, sem falar que pode provocar desidratação.

Use um protetor solar
Aplique um protetor solar em sua pele sempre que for se expor ao sol. Comece com um fator 15 e reaplique a cada 2 horas.

Use equipamentos de proteção solar
Chapéus, óculos escuros com proteção contra raios ultravioleta, guarda-sol e roupas adequadas são muito úteis para se proteger do sol.

Evite as horas de "pico de sol"
O horário das 10 da manhã às 3 da tarde é o pior para se tomar sol.

Evite o bronzeado excessivo
Ficar com 'aquele' bronzeado é muito bonito, mas estraga a pele e provoca envelhecimento precoce, além de poder causar câncer.

Durma bem
Durma pelo menos 8 horas por noite, num lugar tranquilo. Mantenha sempre a mesma rotina, a mesma hora de ir para a cama e de acordar.

Coma alimentos ricos em anti-oxidantes
Vitamina C, Beta caroteno e vitamina E contribuem para evitar o envelhecimento, aumentam a resistência física às infeccões e evitam a destruição das células que podem levar ao câncer. Evitam também doenças do coração e disfunção cerebral.

Coma menos gordura
Mantenha uma dieta com apenas 20 por cento das calorias derivadas de gordura; você vai reduzir o risco de ter uma doença do coração e alguns cânceres, além de se manter em forma.

Mantenha uma lista com o nome dos médicos da família ou dos hospitaiscom os quais você tem convênio.
Na hora da emergência, qualquer minuto conta.

Tenha o número do telefone de um Centro de Controle de Intoxicações
Crianças estão sempre mexendo onde não devem e podem ingerir algum produto perigoso.

Aprenda como fazer Ressuscitação Cardio-respiratória
Você pode salvar a vida de alguém! Quanto menos tempo a pessoa ficar sem respirar e sem batimentos cardíacos, mais chance ela tem de se recuperar e ficar sem sequelas.

Mantenha com você um bilhete com as doenças importantes
Se você tem uma doença especial como eplepsia, diabetes ou doença do coração, ou se você toma algum remédio importante, escreva num papel e ande sempre com ele. Num caso de emergência, pode ser crucial.

Trabalhe com a cabeça
Use sempre equipamento de proteção se o seu trabalho requer. Você pode evitar muitos acidentes de trabalho.

Use cinto de segurança
Essa medida tão simples pode evitar muitas mortes, bem com reduzir o trauma físico durante um acidente.

Use capacete
Quando andar de bicicleta, use capacete. Crianças tem uma alta incidência de quedas quando andam de bicicleta, muitas vezes batendo a cabeça, causando lesão cerebral que pode ser irreversível ou mesmo levar à morte.

Evite lugares com fumantes
Respirar fumaça dos outros fumantes também aumenta o risco de desenvolver cancer de pulmão, além de outras doenças respiratórias.

Tenha uma vida sexual saudável e segura
Use preservativos sempre que tiver relações sexuais. Prefira as relações monogâmicas nas quais você tenha certeza de que o parceiro não tenha o vírus da Aids ou outra doença genital.

Fonte: Similia

 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Câncer de Rim

O câncer de rim, antigamente chamado de hipernefroma, surge a partir de células que revestem os pequenos canais microscópicos dentro do órgão, responsáveis por filtrar o sangue e drenar a urina

 
 
Sobre o Câncer de Rim
 
 O câncer de rim é relativamente incomum, correspondendo a cerca de 3% a 5% de todos os tipos de câncer no organismo humano. No mundo, cerca de 150 mil pessoas são diagnosticadas anualmente, e esse número vem subindo gradativamente. Ele é discretamente mais frequente em homens do que em mulheres.
 

Tipos de Câncer de Rim

O principal e mais frequente é o câncer de rim do tipo ‘células claras’, que corresponde a cerca de 70% a 80% dos casos. O segundo tipo mais comum é o ‘papilífero’, responsável por proximadamente 15% das ocorrências. Outros tipos mais incomuns são o ‘cromófobo’ e o ‘oncocitoma’. O componente sarcomatóide não é um tipo isolado de câncer de rim, mas pode estar presente nos diferentes tipos de câncer desse órgão. É fundamental que o diagnóstico seja o mais preciso possível, pois os diferentes tipos de câncer de rim necessitam de tratamentos distintos.

Sintomas e Diagnóstico

Existe uma grande série de sintomas que podem estar presentes. Os mais comuns incluem sangramento na urina, dor lombar ou abdominal lateral, e sensação de uma massa abdominal. Entretanto, atualmente é muito comum os pacientes serem diagnosticados sem nenhum sintoma aparente. Nesses casos, na maioria das vezes ocorre o diagnóstico acidental quando está se realizando algum exame de imagem abdominal, como Ultrassom ou Tomografia, por outros motivos (ex. apendicite, colecistite, etc.). Lesões tumorais suspeitas no rim são geralmente submetidas de imediato à biópsia ou à ressecção cirúrgica. O diagnóstico definitivo do câncer de rim só é feito com a análise do tumor em microscópio.

Fatores de Risco

Os principais fatores de risco associados com o desenvolvimento de câncer de rim são tabagismo, obesidade, hipertensão, história familiar positiva, uso crônico de antinflamatórios não-hormonais, rins policísticos e insuficiência renal crônica em diálise. Existem também raras síndromes genéticas que aumentam o risco de câncer de rim. Essas síndromes são hereditárias, ou seja, acometem diversos membros da mesma família e passam de pais para filhos. Por exemplo: Von-Hippel Lindau, Birt-Hogg Dubbe, Esclerose Tuberosa, Carcinoma Renal Papilífero Hereditário e Leiomiomatose Hereditária, entre outras.

Estadiamento

O estadiamento do câncer de rim depende, basicamente, do tamanho do tumor e do grau de invasão
dos órgãos adjacentes ou de órgãos à distância. Dividimos o estadiamento em quatro estágios:

1. Estádio I: encontram-se os tumores menores que 7cm;
2. Estádio II: tumores maiores que 7cm;
3. Estádio III: tumores que invadem estruturas adjacentes como a veia renal, a veia cava, a gordural renal adjacente, ou linfonodos próximos;
4. Estádio IV: são classificados os tumores que invadem outros órgãos mais distantes (ex: pulmão, fígado, ossos, cérebro etc).

Para o estadiamento, são necessários exames de imagem com alta precisão.

Tratamento

O tratamento do câncer de rim em estágios precoces localizados (I, II e III) baseia-se na ressecção cirúrgica do tumor. Nos casos em que o tumor é pequeno e de localização favorável, a realização de ressecção somente da parte do rim com o tumor deve ser sempre preferida. A ressecção total do rim só deve ser realizada nos casos mais avançados, ou nos casos em que a localização do tumor no rim não permita a realização de ressecção parcial. A cirurgia pode ser feita por incisões abertas (convencional) ou pela laparoscopia, que leva a uma recuperação mais fácil por parte do paciente. Até o momento não existem tratamentos preventivos (ou adjuvantes) após a ressecção do câncer de rim. Por um longo período, o tratamento do câncer de rim avançado, com metástases, era realizado com uso de medicamentos visando a melhora do sistema imunológico (ex. interferon-alfa e interleucina-2). Hoje, o uso do interferon-alfa caiu bastante, permanecendo apenas como parte de uma combinação com o bevacizumabe. A interleucina-2 ainda hoje é utilizada, pois apresenta benefício significativo em uma parcela pequena de pacientes. Nesse sentido, ainda hoje é tido como o único tratamento medicamentoso capaz de propiciar chances de cura, apesar dos efeitos colaterais e da necessidade de atuação de uma grande equipe multidisciplinar. Desde 2004, novas e modernas medicações surgiram para o tratamento do câncer de rim metastático. Essas medicações são conhecidas como inibidores de angiogênese. Para alguns casos selecionados de câncer de rim, existem também os inibidores da proteína celular mTOR, que são o tensirolimo e o everolimo.

Rastreamento e Prevenção

Para a população em geral, não existe até o momento nenhuma estratégia para rastreamento ou detecção precoce do câncer de rim. Entretanto, os membros de famílias com alguma das raras síndromes genéticas que aumentam o risco de câncer de rim devem ser seguidos regularmente à procura de tumores suspeitos nos rins. A melhor prevenção para o desenvolvimento de câncer de rim é manter hábitos saudáveis, tais como: não fumar, manter o controle de peso e controlar as doenças que levam a insuficiência renal crônica, como hipertensão e diabetes.

Novidades contra o Câncer de Rim

Estão em estudos novas estratégias de tratamento de tumores de rim, por meio da utilização de mecanismos que destroem o tumor sem a realização da cirurgia. Esses procedimentos são conhecidos como ablação por radiofrequencia, ou ablação por crioterapia, e são realizados em casos selecionados de câncer de rim, onde a realização de cirurgia para ressecção do tumor não é possível. Nos últimos anos, a crioterapia vem sendo utilizada como resultados muito animadores. Existem diversos estudos em andamento, com o intuito de administrar medicamentos para prevenir a recidiva de câncer de rim em pacientes operados, e os resultados desses estudos devem estar disponíveis nos próximos anos. Diversos novos medicamentos também vêm sendo estudados no tratamento do câncer de rim metastático. Novos inibidores de angiogênese (ou formação de novos vasos sanguíneos) tumoral e/ou outros alvos da célula tumoral (ex. MET) estão sendo investigados. Eles objetivam ter uma maior eficácia e provocar menos efeitos colaterais. Novos medicamentos que visam aumentar a ação do próprio sistema imunológico do paciente contra o câncer de rim também estão sendo ativamente estudados no câncer de rim metastático.

Fonte: oncoantonioermirio



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Câncer, como ajudar sem atrapalhar

O diagnóstico do câncer traz consigo uma série de sentimentos confusos e de difícil compreensão não apenas para o paciente, mas para todos os membros da família e amigos
 
 
  
Sabemos que, infelizmente não há uma maneira certa ou errada para se portar diante dessa situação. Aos poucos, você e seu familiar (ou amigo) encontrarão a melhor forma de conversar abertamente sobre a doença.
Lembre-se - A conversa sincera é sempre um passo muito importante para que você consiga ajudar nesse momento. Por meio do diálogo aberto, seu familiar (ou amigo) lhe dará dicas de como falar sobre o câncer.
Algumas orientações para você ajudar sem atrapalhar
Leia um pouco sobre o câncer...

Entender um pouco sobre a doença poderá lhe ajudar neste momento.
Sempre que possível leia e aprenda algo sobre a doença e também como é tratada. Assim, você poderá compreender melhor essa fase pelo qual ele (a) está passando.
Cuide e controle a sua ansiedade
É compreensível que você esteja preocupado e ansioso (a) por notícias a respeito das decisões tomadas, de como andam os tratamentos e tudo mais que se refira ao paciente. No entanto, tente se colocar no lugar do paciente e imagine o "bombardeio” de perguntas e questionamentos que ele deve estar enfrentando. Esteja próximo e se o seu familiar quiser, vá junto as consultas e tratamentos.
Ofereça ajuda
Durante o tratamento de um câncer são necessárias algumas mudanças e adaptações entre todos os envolvidos da família. Pergunte de que forma você pode ajudar nesse momento, lembrando que pequenas atitudes podem ser de grande valia. Fazer um supermercado, levar as crianças para a escola, buscar o resultado de um exame ou preparar uma refeição são gestos sempre bem-vindos.
Ouça
Se, no momento, não houver nada que você possa fazer e, mesmo assim, você deseja ser útil de alguma forma, apenas o escute. Muitas vezes, ouvir o que ele tem a dizer ou respeitar o seu silêncio são exemplos de grande ajuda.
Faça visitas
Se você deseja fazer uma visita, lembre-se: Ligue antes perguntando qual o melhor dia e horário para você fazer a visita.
É importante você saber que os dias seguintes de uma cirurgia são bastante difíceis por conta dos pontos e da reabilitação do paciente, assim como, os dias logo após a quimioterapia.
Alguns pacientes costumam apresentar episódios de náuseas e vômitos e ou sentirem-se muito cansados e sem ânimo para nada, inclusive, para receber uma visita. Por isso, a ligação é tão importante. Também não estranhe se ele não puder/quiser falar ao telefone, ele pode não estar bem.
Com o passar dos dias, os efeitos colaterais passam e os pacientes ficam bem mais animados e retomam as rotinas de suas vidas.
Bate-papo
Alguns pacientes relatam que não aguentam mais falar sobre o câncer, seus tratamentos e demais detalhes do mundo do câncer. Uma boa opção é você falar sobre a sua vida, dúvidas, e até de preocupações do seu dia-a-dia... Ele poderá se sentir útil lhe dando também algum conselho ou ajuda. Caso ele queira falar sobre a doença e você estiver bem com isso, respeite e ouça. Desviar do assunto ou ouvi-lo sem estar à vontade, será pior. A sinceridade e honestidade são pontos fundamentais em qualquer relação.
Chorar
Sim, isso pode acontecer. É importante você saber que altos e baixos emocionais são comuns e que você
pode o encontrar mais depressivo e com vontade de chorar.
Se isso acontecer e você não souber o que fazer, ouça, mostre-se presente e deixe-o desabafar. Se isto lhe emocionar e lhe der vontade de chorar, chore. Não tenha medo de expressar seus sentimentos. E se não souber o que falar, fique em silêncio e lhe dê um grande abraço.
Cuidado com o que você vai falar
Algumas pessoas, justamente pela dificuldade em lidar com o câncer acabam ficando sem saber o que falar diante de alguém com câncer e por conta disso, falam frases do tipo:
      Nossa, você esta muito bem!
      Você esta melhor do que eu imaginava...
      Você nem parece que tem câncer...
      O seu cabelo já esta crescendo?
      Mas, você está de peruca? Nem parece.
 Você também precisa de cuidados
Sabemos o quão importante é para o paciente o cuidado dispensado por alguém da família. O carinho, o afeto e o amor surtem efeitos inesperados. Mas sabemos que você também está passando por momentos difíceis, por um desgaste físico e emocional grande e que, muitas vezes, nem tem tempo para se cuidar.
Ao tornar-se um cuidador, muitas vezes, deixamos de lado a nossa própria saúde, vida social, bem-estar físico e emocional. Isso geralmente ocorre por vários motivos como: falta de tempo para si mesmo, cansaço, falta de ânimo entre outros.
Qualquer que seja o motivo, ignorar as suas próprias necessidades pode levá-lo a desenvolver problemas de saúde físicos e emocionais. Por isso, não descuide de você. Saiba que tirar esse tempo para você é importante exatamente para te dar mais ânimo, garra e paciência para continuar cuidando da pessoa que você ama.
Sim, sabemos que isso não é fácil, mas você precisa tentar!

Fonte: Onconguia
 
 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Câncer de colo de útero

Conheça a doença e os sintomas
 
 

Câncer de colo de útero, também conhecido por câncer cervical, é uma doença de evolução lenta que acomete, sobretudo, mulheres acima dos 25 anos. O principal agente da enfermidade é papilomavírus humano (HPV), que pode infectar também os homens e estar associado ao surgimento do câncer de pênis.

Antes de tornar-se maligno, o que leva alguns anos, o tumor passa por uma fase de pré-malignidade, denominada NIC (neoplasia intraepitelial cervical), que pode ser classificadaem graus I, II, III e IV de acordo com a gravidade do caso.

Embora sua incidência esteja diminuindo, o câncer de colo de útero ainda está entre as enfermidades que mais atingem as mulheres e levam a óbito no Brasil.

Felizmente, as estatísticas estão mostrando que 44% dos casos diagnosticados no País são de lesão in situ precursora do câncer, que ainda está restrita ao colo e não desenvolveu características de malignidade. Nessa fase, a doença pode ser curada na quase totalidade dos casos.

Tipos de tumor
Os dois tipos mais frequentes de tumor maligno de colo de útero estão associados à infecção pelo HPV. São eles: os carcinomas epidemoides (80% dos casos) e os adenocarcinomas (20% dos casos).

Fatores de risco
A infecção pelo HPV, responsável pelo aparecimento das verrugas genitais, representa o fator de maior risco para o surgimento do câncer de colo de útero. Apesar de existir mais de uma centena de subtipos diferentes desse vírus, somente alguns estão associados ao câncer de colo uterino. São classificados como de alto risco os subtipos 16, 18, 45, 56; de baixo risco, os subtipos 6,11,41,42 e 44 e de risco intermediário, os subtipos  31, 33, 35, 51 e 52.

Podem ser citados, ainda, como fatores de risco:
1) início precoce da atividade sexual;
2) múltiplos parceiros sexuais ou parceiros com vida sexual promíscua;
3) baixa da imunidade;
4) cigarro;
5) más condições de higiene.

Sintomas
Nas fases iniciais, o câncer de colo de útero é assintomático. Quando os sintomas aparecem, os mais importantes são: 1) sangramento vaginal especialmente depois das relações sexuais, no intervalo entre as menstruações ou após a menopausa; 2) corrimento vaginal (leucorreia) de cor escura e com mau cheiro.
Nos estágios mais avançados da doença, outros sinais podem aparecer. Entre eles, vale destacar: 1) massa palpável no colo de útero; 2) hemorragias; 3) obstrução das vias urinárias e intestinos; 4) dores lombares e abdominais; 5) perda de apetite e de peso.

Diagnóstico
A avaliação ginecológica, a colposcopia e o exame citopatológico de Papanicolaou realizados regular e periodicamente são recursos essenciais para o diagnóstico do câncer de colo de útero. Na fase assintomática da enfermidade, o rastreamento realizado por meio do Papanicolaou permite detectar a existência de alterações celulares características da infecção pelo HPV ou a existência de lesões pré-malignas.

O diagnóstico definitivo, porém, depende do resultado da biópsia. Nos casos em que há sinais de malignidade, além de identificar o subtipo do vírus infectante, é preciso definir o tamanho do tumor, se está situado somente no colo uterino ou já invadiu outros órgãos e tecidos (presença de metástases). Alguns exames de imagem (tomografia, ressonância magnética, RX de tórax) representam recursos importantes nesse sentido.

Prevenção
A prevenção do câncer de colo de útero está diretamente associada ao esclarecimento e avanço educacional da população a respeito dos fatores de risco e de como evitá-los.  Dada a importância do diagnóstico precoce, as mulheres precisam ser permanentemente orientadas sobre a necessidade de consultar o ginecologista e fazer o exame de Papanicolaou nas datas previstas, como forma de identificar possíveis lesões ainda na fase de pré-malignidade.
No entanto, a vacinação das meninas  nos primeiros anos de vida contra o HPV continua sendo medida preventiva bastante eficaz, apesar de não proteger contra todos os subtipos do vírus.

Vacinas
Existem duas marcas de vacinas aprovadas para prevenir a infecção por determinados subtipos do HPV, alguns deles responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo uterino.
A vacinação é recomendada para meninas ainda na infância, em três doses, antes do início da atividade sexual.  No entanto, como ainda não há vacinas contra todos os subtipos do vírus, que são muitos, mulheres já vacinadas devem continuar fazendo o exame preventivo de rastreamento, o Papanicolaou, que é oferecido também pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde.

Tratamento
Parte das mulheres sexualmente ativas, que entra em contato com o HPV, pode debelar a infecção espontaneamente ou com tratamento médico pertinente. Caso isso não ocorra, o tratamento tem por objetivo a retirada ou destruição das lesões precursoras pré-malignas.
No entanto, uma vez confirmada a presença de tumores malignos, o procedimento deve levar em conta o estágio da doença, assim como as condições físicas da paciente, sua idade e o desejo de ter, ou não, filhos no futuro.

A cirurgia só deve ser indicada, quando o tumor (carcinoma in situ) está confinado no colo do útero. De acordo com a extensão e profundidade das lesões, ela pode ser mais conservadora ou promover a retirada total do útero (histerectomia).
A radioterapia externa ou interna (braquiterapia) tem-se mostrado um recurso terapêutico eficaz para destruir as células cancerosas e reduzir o tamanho dos tumores. Apesar de a quimioterapia não apresentar os mesmos efeitos benéficos, pode ser indicada na ocorrência de tumores mais agressivos e nos estádios avançados da doença.

Recomendações
* Não existe idade mínima para as meninas receberem as vacinas disponíveis contra a infecção pelo HPV, apesar de a orientação ser ministrá-la a partir dos 9 anos de idade;
* Toda mulher precisa estar consciente de que o exame de Papanicolaou realizado periodicamente representa uma estratégia de rastreamento do câncer de colo uterino que pode salvar vidas.
* Nunca é demais ressaltar, que o uso da camisinha em todas as relações sexuais é um cuidado indispensável contra a infecção não só pelo HPV, mas também por outros agentes de doenças sexualmente transmissíveis.

Fonte: Dr. Dráuzio Varela

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Elimine a acne com esses seis nutrientes

 Peixe, castanhas e outros alimentos ajudam a pele a se recuperar de espinhas
 

Terror das festas e maior pesadelo dos adolescentes, a acne acontece porque algumas glândulas da pele começam a produzir sebo demais, que obstrui os poros e serve de alimento para bactérias presentes na pele. Isso tudo gera uma inflamação - os famosos cravos e espinhas.

Além de cuidados diários - como limpar a pele do rosto com um sabonete específico para pele oleosa ou acneica, evitar dormir com maquiagem e usar filtro solar oil free todos os dias -, a alimentação também influencia o aparecimento ou não da acne. "O importante é manter sempre uma alimentação balanceada, já que nutrientes isolados não necessariamente provocam efeitos", afirma o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz. Ele e outros especialistas indicam quais são os melhores nutrientes para quem tem pele acneica.

Água

"Uma hidratação adequada ajuda a eliminar as toxinas que podem causar problemas de pele", afirma a nutróloga a dermatologista Daniela Hueb, da Clínia Daniela Hueb de estética. Quanto mais hidratada estiver a pele, mais viçosa e fortalecida ela ficará, e isso impede que a produção de oleosidade fique desequilibrada. "A pele desidratada pode ficar manchada e descamada", alerta Daniela. Segundo ela, a recomendação é ingerir cerca de dois litros de água por dia. 
vitamina a - foto Getty Images

Vitamina A

De acordo com a nutróloga e dermatologista Daniela Hueb, essa vitamina ajuda a pele na medida em que diminui a produção de sebo das glândulas sebáceas, tornando a pele menos oleosa e inibindo a formação da acne.

"A vitamina A possui substâncias chamadas rodoxinas, que participam ativamente da recomposição celular, além de ter poder antioxidante", afirma o nutrólogo Celso Cukier. Boas fontes desse nutriente são salmão, cenoura, espinafre e brócolis. 
ostras - foto Getty Images

Zinco

Por conta de seu poder anti-inflamatório e antioxidante, esse nutriente atua na pele criando um ambiente inóspito para o crescimento das bactérias causadoras das espinhas, além de ajudar a acalmar uma pele irritada. "Porém, essa ação é incerta, mais pesquisas são necessárias para comprovar a eficácia do zinco no controle da acne", conta a nutrólogo Celso Cukier. O zinco é encontrado em ostras, castanha do Pará e gérmen de trigo.  
laranja - foto Getty Images

Vitaminas E e C

Os antioxidantes dessas vitaminas têm um efeito calmante sobre a pele. "A vitamina C fortalece a imunidade do corpo e protege a pele das radiações solares", afirma a nutróloga Daniela Hueb. "Ela também tem um efeito anti-inflamatório, que ajuda a cicatrização e prevenção da acne."

De acordo com o nutrólogo Celso Cukier, a vitamina C participa ativamente da produção do colágeno, uma das principais substâncias de sustentação da pele. É por isso que a deficiência desse nutriente pode levar à acne, assim como o seu consumo regular pode diminuir a incidência.

Já a vitamina E é rica em antioxidantes e atua na regulação hormonal, evitando a acne. Fontes de vitamina C incluem laranjas, limões, mamão e acerola. Você pode obter a vitamina E a partir de batata-doce, nozes, azeite de oliva, sementes de girassol, abacate, brócolis e folhas verdes.  
Selênio - foto Getty Images

Selênio

Ele tem propriedades antioxidantes que ajudam a proteger a pele dos danos dos radicais livres. Pesquisadores de uma Universidade na Suécia analisaram 42 homens e 47 mulheres e verificaram que aqueles que consumiram selênio juntamente com a vitamina E, durante 12 semanas, apresentaram melhorias na pele, principalmente na acne.

De acordo com a nutróloga Daniela Hueb, o selênio não é específico para acne - ele faz bem para a pele como um todo. Alimentos fontes de selênio incluem germén de trigo, atum, salmão, alho, castanha do Brasil, ovos e arroz integral. 
salmão - foto Getty Images

Ômega 3

"Esse tipo de gordura combate o envelhecimento e melhora a circulação do organismo", conta a nutróloga Daniela Hueb. Ao melhorar a circulação, o ômega 3 faz com que nutrientes e oxigênio cheguem mais rápido à pele por meio do sangue. "Ele também participa do processo de renovação celular, mantendo a pele sempre nova e limpa", completa Daniela.

Você pode obter o ômega 3 ingerindo peixes - como salmão e sardinha -, óleo de linhaça, nozes, sementes de girassol e amêndoas. 
doce ou maçã - foto Getty Images

Fuja de açúcares simples e gorduras saturadas

A nutricionista Daniela Hueb explica que o açúcar refinado exige muita insulina para ser digerido pelo organismo. "Esse hormônio pega a glicose que está no sangue e coloca dentro das células, o que pode gerar inflamações, derrubar nossa imunidade e favorecer o aparecimento tanto da acne quanto de outros problemas de pele", diz a especialista.

Segundo o nutrólogo Celso Cukier, pessoas que já têm predisposição à acne também devem evitar gorduras saturadas, pois elas alteram a produção hormonal, aumentando o risco de aparecerem espinhas. "É uma ação conjunta - pessoas que consomem muito açúcar e gorduras saturadas, mas poucas vitaminas, possuem riscos maiores ainda de apresentarem acne", explica.

Fonte: fashionlih; minhavida

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Natal - Coral leva mensagem de paz

Na tarde desta terça-feira (23) os colaboradores do CRIO passam nos setores para deixar mensagens de paz por meio de músicas. Levando aos pacientes um momento de reflexão e alegria. Os cânticos falam do nascimento do menino Jesus e ressalta que podemos realizar o Natal todos os dias. O CRIO deseja um feliz Natal a todos os colaboradores, pacientes e acompanhantes.

































Saiba como evitar a intoxicação alimentar nas festas de natal

Exagerou na dose e passou mal? Saiba o que fazer


Sabe aquela Ceia de Natal e de Ano Novo que você tá louco pra devorar e experimentar cada prato? Tem rabanada, arroz, peru, tender, panetone, farofa, chester, bacalhau, misturando tudo isso com cerveja, vinho ou um destilado.
Mas nem sempre essa combinação cai bem e são nesses encontros que muitas pessoas abusam das bebidas álcoolicas e de alimentos ricos em gordura e açúcar. Quem exagera na alimentação no mês de dezembro corre o risco de passar mal e até parar no hospital com a famosa intoxicação alimentar, conhecida também como gastroenterocolite aguda –, devido à presença de microrganismos (bactérias ou vírus, por exemplo), substâncias químicas ou tóxicas na comida. O problema acontece devido ao consumo de alimentos mal lavados e mal conservados.
A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, alerta que, além de evitar alimentos ricos em gordura e açúcar, é preciso ficar atento à qualidade dos alimentos fornecidos nas confraternizações de fim de ano.”Dê opção por alimentos saudáveis como frutas, legumes; como oleaginosas; fazer opção por carnes magras, carne de peru, carne de frango, bacalhau, desde que bem dessalgado o bacalhau. Se for fazer uso de alguma salada que levou um molho que necessita de refrigeração como maionese, salpicão, deve-se levar para refrigeração e só colocar sobre a mesa no momento de ser servida, também cozinhar os alimentos o mais próximo do momento do alimento ser servido.”
A coordenadora alerta ainda que as sobras dos alimentos só devem ser consumidas se tiverem sido armazenadas e refrigeradas adequadamente no dia anterior. Um dos principais cuidados é com a temperatura dos alimentos, que devem ficar aquecidos a uma temperatura de 70º ou dentro de geladeira. Em temperatura ambiente, corre-se o risco de desenvolvimento de bactérias ou mesmo de suas toxinas.
Exagerou na dose e passou mal?
Manter-se sempre bem hidratado, beber mais de 2 litros de água por dia e repousar são as grandes dicas. Os cuidados durante e após a intoxicação influenciam nas sequelas que o quadro vai apresentar futuramente. Se os sintomas se agravarem, como diarreia com sangue, vá para um hospital.

Tirar alimentos das refeições pode ajudar no não agravamento dos sintomas. O leite, por exemplo, tende a piorar a diarréia. O paciente deve comer pequenas quantidades, de cinco a seis vezes por dia, mas evitar forçar quando sentir dificuldade em engolir. Arroz, legumes cozidos e sem casca, bolacha água e sal, gelatina, carne grelhada e sopas são ótimas pedidas para o cardápio diário.
Fonte: poracaso