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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Câncer de colo de útero

Conheça a doença e os sintomas
 
 

Câncer de colo de útero, também conhecido por câncer cervical, é uma doença de evolução lenta que acomete, sobretudo, mulheres acima dos 25 anos. O principal agente da enfermidade é papilomavírus humano (HPV), que pode infectar também os homens e estar associado ao surgimento do câncer de pênis.

Antes de tornar-se maligno, o que leva alguns anos, o tumor passa por uma fase de pré-malignidade, denominada NIC (neoplasia intraepitelial cervical), que pode ser classificadaem graus I, II, III e IV de acordo com a gravidade do caso.

Embora sua incidência esteja diminuindo, o câncer de colo de útero ainda está entre as enfermidades que mais atingem as mulheres e levam a óbito no Brasil.

Felizmente, as estatísticas estão mostrando que 44% dos casos diagnosticados no País são de lesão in situ precursora do câncer, que ainda está restrita ao colo e não desenvolveu características de malignidade. Nessa fase, a doença pode ser curada na quase totalidade dos casos.

Tipos de tumor
Os dois tipos mais frequentes de tumor maligno de colo de útero estão associados à infecção pelo HPV. São eles: os carcinomas epidemoides (80% dos casos) e os adenocarcinomas (20% dos casos).

Fatores de risco
A infecção pelo HPV, responsável pelo aparecimento das verrugas genitais, representa o fator de maior risco para o surgimento do câncer de colo de útero. Apesar de existir mais de uma centena de subtipos diferentes desse vírus, somente alguns estão associados ao câncer de colo uterino. São classificados como de alto risco os subtipos 16, 18, 45, 56; de baixo risco, os subtipos 6,11,41,42 e 44 e de risco intermediário, os subtipos  31, 33, 35, 51 e 52.

Podem ser citados, ainda, como fatores de risco:
1) início precoce da atividade sexual;
2) múltiplos parceiros sexuais ou parceiros com vida sexual promíscua;
3) baixa da imunidade;
4) cigarro;
5) más condições de higiene.

Sintomas
Nas fases iniciais, o câncer de colo de útero é assintomático. Quando os sintomas aparecem, os mais importantes são: 1) sangramento vaginal especialmente depois das relações sexuais, no intervalo entre as menstruações ou após a menopausa; 2) corrimento vaginal (leucorreia) de cor escura e com mau cheiro.
Nos estágios mais avançados da doença, outros sinais podem aparecer. Entre eles, vale destacar: 1) massa palpável no colo de útero; 2) hemorragias; 3) obstrução das vias urinárias e intestinos; 4) dores lombares e abdominais; 5) perda de apetite e de peso.

Diagnóstico
A avaliação ginecológica, a colposcopia e o exame citopatológico de Papanicolaou realizados regular e periodicamente são recursos essenciais para o diagnóstico do câncer de colo de útero. Na fase assintomática da enfermidade, o rastreamento realizado por meio do Papanicolaou permite detectar a existência de alterações celulares características da infecção pelo HPV ou a existência de lesões pré-malignas.

O diagnóstico definitivo, porém, depende do resultado da biópsia. Nos casos em que há sinais de malignidade, além de identificar o subtipo do vírus infectante, é preciso definir o tamanho do tumor, se está situado somente no colo uterino ou já invadiu outros órgãos e tecidos (presença de metástases). Alguns exames de imagem (tomografia, ressonância magnética, RX de tórax) representam recursos importantes nesse sentido.

Prevenção
A prevenção do câncer de colo de útero está diretamente associada ao esclarecimento e avanço educacional da população a respeito dos fatores de risco e de como evitá-los.  Dada a importância do diagnóstico precoce, as mulheres precisam ser permanentemente orientadas sobre a necessidade de consultar o ginecologista e fazer o exame de Papanicolaou nas datas previstas, como forma de identificar possíveis lesões ainda na fase de pré-malignidade.
No entanto, a vacinação das meninas  nos primeiros anos de vida contra o HPV continua sendo medida preventiva bastante eficaz, apesar de não proteger contra todos os subtipos do vírus.

Vacinas
Existem duas marcas de vacinas aprovadas para prevenir a infecção por determinados subtipos do HPV, alguns deles responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo uterino.
A vacinação é recomendada para meninas ainda na infância, em três doses, antes do início da atividade sexual.  No entanto, como ainda não há vacinas contra todos os subtipos do vírus, que são muitos, mulheres já vacinadas devem continuar fazendo o exame preventivo de rastreamento, o Papanicolaou, que é oferecido também pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde.

Tratamento
Parte das mulheres sexualmente ativas, que entra em contato com o HPV, pode debelar a infecção espontaneamente ou com tratamento médico pertinente. Caso isso não ocorra, o tratamento tem por objetivo a retirada ou destruição das lesões precursoras pré-malignas.
No entanto, uma vez confirmada a presença de tumores malignos, o procedimento deve levar em conta o estágio da doença, assim como as condições físicas da paciente, sua idade e o desejo de ter, ou não, filhos no futuro.

A cirurgia só deve ser indicada, quando o tumor (carcinoma in situ) está confinado no colo do útero. De acordo com a extensão e profundidade das lesões, ela pode ser mais conservadora ou promover a retirada total do útero (histerectomia).
A radioterapia externa ou interna (braquiterapia) tem-se mostrado um recurso terapêutico eficaz para destruir as células cancerosas e reduzir o tamanho dos tumores. Apesar de a quimioterapia não apresentar os mesmos efeitos benéficos, pode ser indicada na ocorrência de tumores mais agressivos e nos estádios avançados da doença.

Recomendações
* Não existe idade mínima para as meninas receberem as vacinas disponíveis contra a infecção pelo HPV, apesar de a orientação ser ministrá-la a partir dos 9 anos de idade;
* Toda mulher precisa estar consciente de que o exame de Papanicolaou realizado periodicamente representa uma estratégia de rastreamento do câncer de colo uterino que pode salvar vidas.
* Nunca é demais ressaltar, que o uso da camisinha em todas as relações sexuais é um cuidado indispensável contra a infecção não só pelo HPV, mas também por outros agentes de doenças sexualmente transmissíveis.

Fonte: Dr. Dráuzio Varela

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Elimine a acne com esses seis nutrientes

 Peixe, castanhas e outros alimentos ajudam a pele a se recuperar de espinhas
 

Terror das festas e maior pesadelo dos adolescentes, a acne acontece porque algumas glândulas da pele começam a produzir sebo demais, que obstrui os poros e serve de alimento para bactérias presentes na pele. Isso tudo gera uma inflamação - os famosos cravos e espinhas.

Além de cuidados diários - como limpar a pele do rosto com um sabonete específico para pele oleosa ou acneica, evitar dormir com maquiagem e usar filtro solar oil free todos os dias -, a alimentação também influencia o aparecimento ou não da acne. "O importante é manter sempre uma alimentação balanceada, já que nutrientes isolados não necessariamente provocam efeitos", afirma o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz. Ele e outros especialistas indicam quais são os melhores nutrientes para quem tem pele acneica.

Água

"Uma hidratação adequada ajuda a eliminar as toxinas que podem causar problemas de pele", afirma a nutróloga a dermatologista Daniela Hueb, da Clínia Daniela Hueb de estética. Quanto mais hidratada estiver a pele, mais viçosa e fortalecida ela ficará, e isso impede que a produção de oleosidade fique desequilibrada. "A pele desidratada pode ficar manchada e descamada", alerta Daniela. Segundo ela, a recomendação é ingerir cerca de dois litros de água por dia. 
vitamina a - foto Getty Images

Vitamina A

De acordo com a nutróloga e dermatologista Daniela Hueb, essa vitamina ajuda a pele na medida em que diminui a produção de sebo das glândulas sebáceas, tornando a pele menos oleosa e inibindo a formação da acne.

"A vitamina A possui substâncias chamadas rodoxinas, que participam ativamente da recomposição celular, além de ter poder antioxidante", afirma o nutrólogo Celso Cukier. Boas fontes desse nutriente são salmão, cenoura, espinafre e brócolis. 
ostras - foto Getty Images

Zinco

Por conta de seu poder anti-inflamatório e antioxidante, esse nutriente atua na pele criando um ambiente inóspito para o crescimento das bactérias causadoras das espinhas, além de ajudar a acalmar uma pele irritada. "Porém, essa ação é incerta, mais pesquisas são necessárias para comprovar a eficácia do zinco no controle da acne", conta a nutrólogo Celso Cukier. O zinco é encontrado em ostras, castanha do Pará e gérmen de trigo.  
laranja - foto Getty Images

Vitaminas E e C

Os antioxidantes dessas vitaminas têm um efeito calmante sobre a pele. "A vitamina C fortalece a imunidade do corpo e protege a pele das radiações solares", afirma a nutróloga Daniela Hueb. "Ela também tem um efeito anti-inflamatório, que ajuda a cicatrização e prevenção da acne."

De acordo com o nutrólogo Celso Cukier, a vitamina C participa ativamente da produção do colágeno, uma das principais substâncias de sustentação da pele. É por isso que a deficiência desse nutriente pode levar à acne, assim como o seu consumo regular pode diminuir a incidência.

Já a vitamina E é rica em antioxidantes e atua na regulação hormonal, evitando a acne. Fontes de vitamina C incluem laranjas, limões, mamão e acerola. Você pode obter a vitamina E a partir de batata-doce, nozes, azeite de oliva, sementes de girassol, abacate, brócolis e folhas verdes.  
Selênio - foto Getty Images

Selênio

Ele tem propriedades antioxidantes que ajudam a proteger a pele dos danos dos radicais livres. Pesquisadores de uma Universidade na Suécia analisaram 42 homens e 47 mulheres e verificaram que aqueles que consumiram selênio juntamente com a vitamina E, durante 12 semanas, apresentaram melhorias na pele, principalmente na acne.

De acordo com a nutróloga Daniela Hueb, o selênio não é específico para acne - ele faz bem para a pele como um todo. Alimentos fontes de selênio incluem germén de trigo, atum, salmão, alho, castanha do Brasil, ovos e arroz integral. 
salmão - foto Getty Images

Ômega 3

"Esse tipo de gordura combate o envelhecimento e melhora a circulação do organismo", conta a nutróloga Daniela Hueb. Ao melhorar a circulação, o ômega 3 faz com que nutrientes e oxigênio cheguem mais rápido à pele por meio do sangue. "Ele também participa do processo de renovação celular, mantendo a pele sempre nova e limpa", completa Daniela.

Você pode obter o ômega 3 ingerindo peixes - como salmão e sardinha -, óleo de linhaça, nozes, sementes de girassol e amêndoas. 
doce ou maçã - foto Getty Images

Fuja de açúcares simples e gorduras saturadas

A nutricionista Daniela Hueb explica que o açúcar refinado exige muita insulina para ser digerido pelo organismo. "Esse hormônio pega a glicose que está no sangue e coloca dentro das células, o que pode gerar inflamações, derrubar nossa imunidade e favorecer o aparecimento tanto da acne quanto de outros problemas de pele", diz a especialista.

Segundo o nutrólogo Celso Cukier, pessoas que já têm predisposição à acne também devem evitar gorduras saturadas, pois elas alteram a produção hormonal, aumentando o risco de aparecerem espinhas. "É uma ação conjunta - pessoas que consomem muito açúcar e gorduras saturadas, mas poucas vitaminas, possuem riscos maiores ainda de apresentarem acne", explica.

Fonte: fashionlih; minhavida

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Natal - Coral leva mensagem de paz

Na tarde desta terça-feira (23) os colaboradores do CRIO passam nos setores para deixar mensagens de paz por meio de músicas. Levando aos pacientes um momento de reflexão e alegria. Os cânticos falam do nascimento do menino Jesus e ressalta que podemos realizar o Natal todos os dias. O CRIO deseja um feliz Natal a todos os colaboradores, pacientes e acompanhantes.

































Saiba como evitar a intoxicação alimentar nas festas de natal

Exagerou na dose e passou mal? Saiba o que fazer


Sabe aquela Ceia de Natal e de Ano Novo que você tá louco pra devorar e experimentar cada prato? Tem rabanada, arroz, peru, tender, panetone, farofa, chester, bacalhau, misturando tudo isso com cerveja, vinho ou um destilado.
Mas nem sempre essa combinação cai bem e são nesses encontros que muitas pessoas abusam das bebidas álcoolicas e de alimentos ricos em gordura e açúcar. Quem exagera na alimentação no mês de dezembro corre o risco de passar mal e até parar no hospital com a famosa intoxicação alimentar, conhecida também como gastroenterocolite aguda –, devido à presença de microrganismos (bactérias ou vírus, por exemplo), substâncias químicas ou tóxicas na comida. O problema acontece devido ao consumo de alimentos mal lavados e mal conservados.
A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, alerta que, além de evitar alimentos ricos em gordura e açúcar, é preciso ficar atento à qualidade dos alimentos fornecidos nas confraternizações de fim de ano.”Dê opção por alimentos saudáveis como frutas, legumes; como oleaginosas; fazer opção por carnes magras, carne de peru, carne de frango, bacalhau, desde que bem dessalgado o bacalhau. Se for fazer uso de alguma salada que levou um molho que necessita de refrigeração como maionese, salpicão, deve-se levar para refrigeração e só colocar sobre a mesa no momento de ser servida, também cozinhar os alimentos o mais próximo do momento do alimento ser servido.”
A coordenadora alerta ainda que as sobras dos alimentos só devem ser consumidas se tiverem sido armazenadas e refrigeradas adequadamente no dia anterior. Um dos principais cuidados é com a temperatura dos alimentos, que devem ficar aquecidos a uma temperatura de 70º ou dentro de geladeira. Em temperatura ambiente, corre-se o risco de desenvolvimento de bactérias ou mesmo de suas toxinas.
Exagerou na dose e passou mal?
Manter-se sempre bem hidratado, beber mais de 2 litros de água por dia e repousar são as grandes dicas. Os cuidados durante e após a intoxicação influenciam nas sequelas que o quadro vai apresentar futuramente. Se os sintomas se agravarem, como diarreia com sangue, vá para um hospital.

Tirar alimentos das refeições pode ajudar no não agravamento dos sintomas. O leite, por exemplo, tende a piorar a diarréia. O paciente deve comer pequenas quantidades, de cinco a seis vezes por dia, mas evitar forçar quando sentir dificuldade em engolir. Arroz, legumes cozidos e sem casca, bolacha água e sal, gelatina, carne grelhada e sopas são ótimas pedidas para o cardápio diário.
Fonte: poracaso             

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Saiba como cuidar da pele na hora de pegar sol

Sol - Cuidados que devem ser tomados com a pele
 

Muitas pessoas aguardam ansiosamente pelo verão, momento de ir à praia e tirar a tão indesejada "cor de escritório". É importante, porém, estar alerta sobre os perigos que a exposição solar excessiva e desprotegida pode causar à saúde. A primeira grande informação é que proteger a pele do sol deve acontecer durante o ano todo - e não apenas no verão, devemos passar filtro solar diariamente, seja na cidade ou na praia. Também é importante estar ciente sobre os horários em que os raios solares são mais agressivos (e evitá-los). Entre 10h e 16h recomenda-se evitar a exposição ao sol.

Neste espaço separamos conteúdo especial sobre os cuidados que devem ser tomados com a pele. Muitos casos de câncer de pele associam-se à exposição excessiva e desprotegida ao sol. Informe-se e, o mais importante, cuide-se!

Quando devo começar a usar filtro solar no meu bebê para protegê-lo do sol?
É comum ouvirmos que o uso de filtro solar em bebês com menos de seis meses não é recomendado. Porém, um estudo da American Academy of Pediatrics (Academia Americana de Pediatria) reverteu tal afirmação. A instituição definiu que não há problemas em utilizar filtro solar em bebês, inclusive se o uso é realizado apenas em pequenas áreas do corpo (que geralmente não são protegidas por roupas), como as mãos e rosto.

De qualquer forma, é recomendado que os pais evitem a exposição direta do bebê ao sol, pois sua pele é fina e extremamente sensível à radiação solar. A exposição excessiva pode gerarqueimaduras, sardas, manchas e aumentar o risco de desenvolvimento de câncer de pele na vida adulta. Desta forma, mesmo que seja aconselhado o uso de filtro solar em bebês com menos de seis meses, é importante que os pais não os deixem sob o sol, mas sempre tentem protegê-los ao máximo, evitando, por exemplo, horários em que os raios solares tendem a ser mais fortes (geralmente entre 10h e 16h).

Confira outras dicas para manter seu bebê protegido do sol
Use um protetor solar que seja a prova d’água com fator mínimo de 30 e que ofereça proteção contra os raios ultravioleta (UV). Certifique-se destas características antes de comprar o produto. Os protetores escolhidos para passar nos bebês devem ser antialérgicos, inodoros e sem substâncias químicas. A quantidade de protetor aplicado na pele do bebê é muito importante. Aplique o protetor em todo o corpo da criança e em seguida repita a aplicação. Assim, você consegue duplicar a quantidade e oferecer uma proteção segura.

·         Lembre-se de reaplicar o filtro solar a cada 2 horas ou, caso seja necessário, com maior frequência, em situações em que seu bebê tenha entrado na água ou esteja transpirando muito.  Lembre-se de passar o filtro solar pelo menos 30 minutos antes da exposição solar. Use o protetor solar mesmo se o dia estiver nublado. As roupas não são suficientes para absorver todos os raios UV que podem prejudicar a pele de seu bebê.

·         Evite exposição em horários em que os raios solares estão mais fortes, o que acontece geralmente entre 10h e 16h. Além do protetor, use também acessórios que protejam, como chapéus, bonés e mangas longas. E procure ficar em regiões de sombra (use guarda-chuva, ou busque a sombra das árvores). Incentive seus filhos mais velhos a usarem óculos escuros que possuam proteção contra raios ultravioleta.

Tenho risco de desenvolver um melanoma?
Você pode ter um risco aumentado de desenvolver câncer de pele melanoma se tiver pelo menos cinco dos critérios abaixo:


·         Pele, Cabelos e Olhos Claros - A pele clara , cabelo loiro ou ruivo e os olhos azuis fornecem menos proteção contra os raios ultravioleta (UV), no entanto, ter a pele, cabelos e olhos escuros não eliminam o risco.

·         Câmara de Bronzeamento - Antes dos 30 anos, esta prática aumenta em 75% o risco de câncer de pele melanoma.

·         Radiação Ultravioleta - Seja de fontes naturais ou artificiais, limitar à exposição aos raios UV diminui o risco de ter câncer de pele melanoma.

·         Histórico Familiar - Se um ou mais familiares foram diagnosticados com câncer de pele melanoma, isto aumenta o risco para a doença.

·         Queimaduras Solares - Apenas uma queimadura com bolhas em uma idade jovem dobra suas chances de ter câncer de pele melanoma.

·         Pintas - Indivíduos com uma grande quantidade de pintas espalhadas pelo corpo possuem um risco aumentado de câncer de pele melanoma.

·         Diagnóstico Prévio de Melanoma - Um diagnóstico prévio de câncer de pele melanoma aumenta o risco de uma recorrência.

·         Sistema Imunológico - Certos tipos de câncer e doenças que debilitam o sistema imunológico podem aumentar o risco de câncer de pele melanoma.

·         Câncer Prévio - Se você foi diagnosticado com carcinoma basal ou carcinoma de células escamosas no passado, você possui maior risco.

·         Idade - O melanoma é mais comum em homens com mais de 50 anos de idade (mais comum do que câncer de próstata, pulmão e colorretal). O câncer de pele melanoma é o segundo câncer mais comum em adolescentes e é o tipo mais comum de câncer em adultos jovens.
Converse com seus familiares e com seu médico sobre os seus fatores de risco e os passos que podem ser tomados para evitar a doença.

Atenção: O câncer de pele melanoma é a principal causa de morte por câncer em mulheres de 25 a 30 anos e a segunda causa de morte por câncer em mulheres de 30 a 35 anos.


5 Erros comuns na hora de passar o filtro solar
Aplicar o protetor solar corretamente é fundamental para a prevenção do câncer de pele
Todos nós sabemos que o uso regular de filtro solar é uma das melhores formas de prevenir o câncer de pele. Porém, muitas pessoas ainda cometem erros na hora de aplicar o protetor e se enganam ao acharem que estão protegidas dos raios solares. Passar o filtro corretamente e seguir as instruções da embalagem (e do dermatologista) são fatores-chave para estar, de fato, protegido do sol. Confira abaixo os erros mais comuns que as pessoas cometem na hora de aplicar o filtro solar:

1. Passar o protetor solar APÓS sair de casa
O protetor solar deve ser aplicado de 15 a 30 minutos antes da exposição solar, para que possa ser absorvido pela pele. Geralmente, os rótulos informativos das embalagens sugerem que seja utilizado no mínimo 30 minutos antes do contato com o sol.

2. Aplicação de quantidade escassa
Especialistas recomendam que adultos devem usar cerca de 30 g de protetor solar para uma proteção adequada. Lembre-se que todas as partes que ficarão expostas ao sol devem ser protegidas. Muitas pessoas se esquecem de passar protetor na face, orelhas, pescoço e pés.

3. Não reaplicar após nadar ou suar
Se o protetor solar não for resistente à água ele sairá quando você entrar no mar, piscina ou quando transpirar em excesso e, assim, é necessário se secar e aplicar novamente. Mesmo aqueles protetores que são a prova d’agua oferecem uma proteção falha após sofrerem contato com a água.

4. Aplicar apenas uma vez ao dia
Muitas pessoas acreditam que uma única aplicação é suficiente para deixar a pele protegida durante todo o dia. Isso não é verdade. Geralmente, é preciso que haja uma reaplicação a cada 2 horas ou após se exercitar e/ou entrar na água.

5. Usar filtro solar só em dias de sol
O filtro solar deve ser utilizado tanto em dias ensolarados quanto nublados, uma vez que os raios ultravioleta (UV) podem afetar as pessoas também quando o tempo está nublado. É importante lembrar que todas as pessoas têm risco de desenvolver câncer de pele devido à exposição aos raios UV. Assim, é fundamental usar o protetor solar independente da estação do ano ou da cor da sua pele.

Fonte: Onconguia

 

 

 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CÂNCER - Conheça mais sobre o assunto


O que é o Câncer
 
Foto: Lucas Moura
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.

Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.

Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.

Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases)

O que causa o câncer?
As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas. As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais.

De todos os casos, 80% a 90% dos cânceres estão associados a fatores ambientais. Alguns deles são bem conhecidos: o cigarro pode causar câncer de pulmão, a exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele, e alguns vírus podem causar leucemia. Outros estão em estudo, como alguns componentes dos alimentos que ingerimos, e muitos são ainda completamente desconhecidos.


O envelhecimento traz mudanças nas células que aumentam a sua suscetibilidade à transformação maligna. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica em parte o porquê de o câncer ser mais freqüente nesses indivíduos.Os fatores de risco ambientais de câncer são denominados cancerígenos ou carcinógenos. Esses fatores atuam alterando a estrutura genética (DNA) das células.

O surgimento do câncer depende da intensidade e duração da exposição das células aos agentes causadores de câncer. Por exemplo, o risco de uma pessoa desenvolver câncer de pulmão é diretamente proporcional ao número de cigarros fumados por dia e ao número de anos que ela vem fumando.

Fatores de risco de natureza ambiental
Os fatores de risco de câncer podem ser encontrados no meio ambiente ou podem ser herdados. A maioria dos casos de câncer (80%) está relacionada ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco. Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente ocupacional (indústrias químicas e afins) o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos) o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida).

As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os 'hábitos' e o 'estilo de vida' adotados pelas pessoas, podem determinar diferentes tipos de câncer.

Hereditariedade
São raros os casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante papel na oncogênese. Um exemplo são os indivíduos portadores de retinoblastoma que, em 10% dos casos, apresentam história familiar deste tumor.

Alguns tipos de câncer de mama, estômago e intestino parecem ter um forte componente familiar, embora não se possa afastar a hipótese de exposição dos membros da família a uma causa comum. Determinados grupos étnicos parecem estar protegidos de certos tipos de câncer: a leucemia linfocítica é rara em orientais, e o sarcoma de Ewing é muito raro em negros.

Como surge o câncer?
As células que constituem os animais são formadas por três partes: a membrana celular, que é a
parte mais externa; o citoplasma (o corpo da célula); e o núcleo, que contêm os cromossomas, que, por sua vez, são compostos de genes. Os genes são arquivos que guardam e fornecem instruções para a organização das estruturas, formas e atividades das células no organismo. Toda a informação genética encontra-se inscrita nos genes, numa "memória química" - o ácido desoxirribonucleico (DNA). É através do DNA que os cromossomas passam as informações para o funcionamento da célula.

Uma célula normal pode sofrer alterações no DNA dos genes. É o que chamamos mutação genética. As células cujo material genético foi alterado passam a receber instruções erradas para as suas atividades. As alterações podem ocorrer em genes especiais, denominados protooncogenes, que a princípio são inativos em células normais. Quando ativados, os protooncogenes transformam-se em oncogenes, responsáveis pela malignização (cancerização) das células normais. Essas células diferentes são denominadas cancerosas.
 
Fonte: INCA